Espaço cultural reverencia cantora de samba que morou no bairro

Inaugurada em 20 de janeiro de 2012 – dia do aniversário do padroeiro da Cidade de São Sebastião –, a Arena Carioca Jovelina Pérola Negra foi a primeira de uma série de quatro equipamentos congêneres lançados no Rio durante a gestão do prefeito Eduardo Paes. O nome reverencia a saudosa cantora e compositora de samba, falecida em 1998, que morou no bairro.

O espaço cultural – assim como as outras unidades em Pedra de Guaratiba, Madureira e Penha – veio preencher uma importante demanda na sua região. Em seus quase 1.700 metros quadrados, tem, no primeiro dos três pavimentos, arquibancada retrátil com 180 lugares e palco reversível para a parte externa, onde um telão exibe vídeos ao ar livre. No mezanino, outra arquibancada abriga mais 150 pessoas. No terraço, uma área verde e um bar complementam os ambientes de convivência.

O local está equipado para receber shows, rodas de samba, peças teatrais, espetáculos de dança, exposições, colônias de férias e bailes da terceira idade, além da sala multimídia, destinada à realização de seminários, cursos e oficinas. Uma das campanhas da Arena é no sentido de tornar a famosa Feirinha da Pavuna – que vende de banana a sapato e chegou a ser título de uma música gravada por Jovelina na década de 80 – patrimônio imaterial do Rio de Janeiro.

Arena Carioca Jovelina Pérola Negra
Praça Ênio, s/nº