Polo de arte e cultura é referência em economia colaborativa na cidade

Um charme irresistível. É a impressão que se tem logo de cara do conjunto arquitetônico, em tijolinhos aparentes, formado pela Vila do Largo. O polo de arte e cultura agrega ateliês, galerias, espaços de coworking, estúdios, startups, lojinhas gastronômicas e residências. Volta e meia, as 36 casinhas se organizam regularmente para a promoção de eventos, exposições, vernissages e shows abertos ao público em geral.

A ideia do arquiteto Carlos Rangel ao arrematar num leilão, em 2002, os imóveis degradados de uma vila do início do século passado era implementar ali as chamadas casas de ofício – instalações dublês de moradia e atividades profissionais. Seis anos após, o idealizador do projeto deu início às obras de reestruturação e modernização do espaço, que virou uma referência de economia colaborativa na cidade.

Além das estações voltadas ao empreendedorismo, o pátio interno, com mesinhas e cadeiras coloridas, convida a uma reunião de trabalho ou um simples bate-papo ao ar livre. O ponto de encontro da galera é o movimentado Café Secreto, oferecendo blends de grãos especiais para molhar a conversa, que pode ser vitaminada por bolinhos do dia, queijadinhas, cookies de chocolate e pãezinhos de queijo.

 

Vila do Largo
Rua Gago Coutinho, 4