Ateliê na Zona Norte é uma das últimas fábricas de vitrais do mundo

O Palácio Pedro Ernesto (sede da Câmara Municipal), o Palácio Laranjeiras (residência oficial do governador), o Teatro Municipal, a Ilha Fiscal, a Confeitaria Colombo – todos patrimônios da arquitetura do Rio de Janeiro – e até a Catedral Metropolitana de Brasília, joia lapidada por Oscar Niemeyer, lustram o portfólio do Luidi e Gonçalves Vitrais.

O ateliê da dupla de sócios representa uma das últimas fábricas no mundo dessa encantadora arte, forjada há aproximadamente mil anos. A equipe treinada por Luidi Nunes (discípulo, no final da década de 60, do italiano Alberto Magini, precursor da técnica vitralista no Brasil) e Luiz Gonçalves executa restaurações e criações personalizadas sob encomenda, nos ramos residenciais, comerciais e religiosos.

Os vidros, importados, ganham vida nas mãos habilidosas dos artesãos, em concepções clássicas ou modernas, com o detalhamento das peças confeccionado a alta temperatura, por meio de um processo de esmaltação especial. As reluzentes combinações de formas e cores das obras partem direto de Bonsucesso – do amplo galpão onde funcionou a conhecida fábrica de móveis OCA – para todo o Brasil. E também fazem bonito lá fora, em cidades como Buenos Aires, Nova Iorque, Los Angeles e Lisboa.

 

Luidi e Gonçalves Vitrais
Rua João Torquato, 275