Eu só quero ser feliz nesse boteco tijucano!

Em 1987, Antonio Lopes dos Santos, o Tonhão, comprou um botequim de um Rei Momo. Nada mais natural, portanto, que o batizasse de Bar do Momo. A fama do lugar foi se espalhando com a feijoada servida às sextas-feiras, mas explodiu mesmo quando o filho, Toninho Laffargue, assumiu a cozinha.

Para abrir o apetite, pastéis, sardinhas fritas e bolinhos de bacalhau. Entre os sucessos do cardápio com nomes inventivos, estão o “Eu só quero ser feliz”, misto-quente de joelho de porco defumado, creme de cheddar, picles e mostarda na torrada Petrópolis, servido com ketchup de catuaba; e o bolinho de arroz recheado com linguiça e uma secreta mistura de queijos.

O talentoso Toninho também criou, especialmente para o concurso Comida di Buteco, o prato Farol de Milha, um filé de lagarto recheado com linguiça, coberto por queijo meia cura e ovo caipira estrelado por cima, regado por um suculento molho, ideal para mergulhar rodelas de pão francês. Outras iguarias muito apreciadas são as almôndegas com jiló – o legume vai frito no meio do bolinho – e o Atolei no Momo, costela de boi desfiada e o molho da carne, coberta por creme de aipim.

Os quitutes podem ser degustados com cerveja gelada, da carta com rótulos especiais, ou batidas – a de maracujá entra na categoria “imbatível”. O local é pequeno: apenas um balcão com a vitrine, onde ficam expostos o pernil e os ovos coloridos, e as geladeiras, pouco antes da porta que dá para a cozinha. À medida que a clientela chega, os garçons vão posicionando as mesinhas de plástico, que ficam empilhadas na calçada.

Bar do Momo
Segunda a sexta, das 15h às 22h; sábado, das 11h às 22h
Rua General Espírito Santo Cardoso, 50 – Loja A – Tijuca
Tel.: (21) 2570-9389